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O Dia – RJ, 24/05/2006, Economia,
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Consciência parcial do erro
O jovem consumidor de produtos piratas pertence às classes
A e B, tem Ensino Médio incompleto, e compra, principalmente,
CDs, DVDs, canetas, isqueiros e relógios. Os dados são
de pesquisa da Firjan (Federação das Indústrias
do Rio), que ouviu 433 alunos do Senai e do Sesi. Do total, 93,8%
admitiram que consomem produtos falsificados. A Firjan lança
amanhã campanha de conscientização que relaciona
pirataria a consumo ilegal, crime organizado, restrição
ao mercado de trabalho, queda de arrecadação de impostos
e de qualidade de serviços públicos. Na abertura da
24 Feira Senai de Profissões e da Feira de Combate à
Pirataria, o presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa
Vieira, explicou que a maioria dos jovens não identifica
que o sistema de distribuição desses artigos é
o mesmo do crime organizado. A Feira de Combate à Pirataria
reúne estandes de empresas e associações que
mostram as diferenças entre produtos piratas e originais.
Os organizadores vão divulgar ações para coibir
o comércio de produtos falsificados e contrabandeados. A
entrada é gratuita. A 2ª Feira Senai de Profissões
deve receber 7 mil estudantes e visitantes que terão informações
sobre 28 áreas profissionais, primeiro emprego e mercado
de trabalho.
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