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Gazeta Mercantil – SP, 03/04/2006,
Comunicação, C-6
Receita da indústria cai, mas música digital triplica
A receita mundial gerada pela comercialização de
gravações fonográficas caiu 3% no ano passado.
Em 2005, o mercado movimentou o total de US$ 33 bilhões,
segundo o grupo de pesquisa da Federação Internacional
da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês).
As gravadoras faturaram US$ 21 bilhões em receita obtida
com operações comerciais em 2005. As vendas de música
digital quase triplicaram de valor, uma vez que os consumidores
compraram mais canções pela internet e baixaram mais
faixas para telefones celulares. As gravadoras elevaram sua receita
com operações gerada pela venda de música digital
para US$ 1,1 bilhão. No ano anterior, o montante foi de US$
400 milhões. Empresas como a Universal Music Group, da Vivendi
Universal, a Sony BMG Music Entertainment e o EMI Group contam cada
vez mais com a comercialização de música digital
para fazer frente à queda da receita dos CDs. As vendas de
música digital e as aquisições de faixas por
meio de telefones celulares estão crescendo rapidamente,
afirma John Kenney, presidente do conselho administrativo da IFPI.
As empresas, aliás, estão desenvolvendo maneiras mais
sofisticadas para vender canções aos usuários
por meio de aparelhos celulares.
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